Patente até dia 11 de Março de 2016 a mostra compõe-se de trinta trabalhos de originais e múltiplos de escassa tiragem. Trata-se de um conjunto de imagens, elementares e poderosas, que resultam de nova abordagem das pranchas que estiveram na origem das gravuras tão abundantemente ilustradas no catálogo da Retrospectiva de 2002, no Centro Cultural de Belém.

 

José Pedro Croft tem vindo a desenvolver um percurso em torno de questões formais que questionam o próprio meio e sobretudo os vários usos de que tem sido alvo a escultura ao longo da história. Para tal fez centrais à sua prática temas como: ruína, monumentalidade ou estatuária funerária, mas também concepções como a de tempo e espaço. Aborda referências e reflexões do meio acerca do quotidiano, mas também, e numa lógica intrínseca, desenvolve questões como a de peso, equilíbrio, desequilíbrio, presença, divisão espacial, forma, conteúdo, densidade e justaposição de materiais.

 

Quanto à galeria, o programa anual prevê cinco exposições individuais de autores contemporâneos de nomeada e duas mostras do acervo da galeria onde, para além daqueles, são expostos trabalhos dos mais notáveis modernistas portugueses tendo como vocação a arte portuguesa moderna e contemporânea em trabalhos sobre papel. José Pedro Croft, uma presença regular e sempre destacada nas exposições do acervo, quis agora, pela primeira vez, dar à galeria João Esteves de Oliveira uma exposição individual.

 

Galeria João Esteves de Oliveira
Rua Ivens, 38, 1200-224 Lisboa, Portugal

Horário:

Segunda das 15h às 19h

De terça a sábado das 11h às 19h (Sábado encerra das 13h30 às 15h)