Termina já neste Domingo, 9 de Novembro, a exposição “Cister no Douro”, que está patente ao público na estação de metro da Casa da Música.

A chegada dos monges de Cister ao Douro no século XII, viria a marcar em definitivo a História deste território, hoje reconhecido internacionalmente. Património da Humanidade, deve a sua classificação ao trabalho das sucessivas comunidades de monges cistercienses que transformaram o Vale do Douro num espaço de cultura e saber, modificando a paisagem e o território.

Organizada pelo Museu de Lamego, projeto Vale do Varosa e Direção Regional de Cultura do Norte, “Cister no Douro” assume-se como uma instalação multimédia, destinada a divulgar a herança histórica, cultural, arquitetónica e artística, legada pela presença desta Ordem monástica na região.

Sustentada em imagem impressa e projetada, e por uma sonoplastia capaz de envolver o visitante, este é um projeto direcionado para o público nacional e
internacional, estando por isso prevista a sua itinerância em espaços públicos.

O Metro do Porto foi o primeiro a responder ao desafio e a estação da Casa da Música tem sido um espaço diferente, dominado por seis testemunhos
materiais das comunidades cistercienses instaladas durante a Idade Média e o período moderno, a sul do Douro. Apresentam-se duas casas femininas e quatro masculinas: Tabosa, Arouca, S. João de Tarouca, Santa Maria de Salzedas, São Pedro das Águias e Santa Maria de Aguiar.

Entrada livre.