Cinema, música, ateliês e visitas

Inaugurado a 8 de Maio de 2008, o Museu do Oriente celebra o 8º aniversário com um programa comemorativo, inteiramente gratuito, de 1 a 8 de Maio. Para públicos de todas as idades e interesses, as actividades incluem concertos, demonstrações, ateliês para famílias, visitas comentadas, conferências e um ciclo de filmes, entre outras.

 

Apostando na diversidade e numa dinâmica participativa, o objectivo é proporcionar oportunidades de descoberta e experiência das várias culturas representadas no Museu do Oriente, numa atmosfera festiva e de partilha. Assim, as mais de trinta actividades programadas levam os participantes num périplo com passagem pela Indonésia, através das melodias do gamelão de Java para ouvir e tocar; pela China da dinastia Ming e da cerimónia do chá zen, para assistir ao vivo comentada por um monge budista; pelo Japão ancestral dos samurais e da arte marcial do Iaido; pela Índia, nos acordes do sitar ou dos movimentos de uma bailarina Bharatanatyam que nos surpreenderá nas salas do Museu.

 

Esta diversidade espelha ainda as vertentes complementares da actuação do Museu que, desde a sua abertura, articula exposições, artes performativas e actividades de cariz formativo e educativo, em torno da missão de comunicar a herança das relações entre Portugal e a Ásia, ao longo de cinco séculos.

 

Para dar a conhecer este projecto em detalhe, terão ainda lugar a conferência “Museu do Oriente: visão, colecção e construção” [1 Maio, 17.30] e a visita “Kwok On: uma colecção viva” [1Maio, 15.00], que passa pelas reservas, espaço raramente aberto ao público.

 

Os dias mais intensos do programa, onde se concentra o maior número de actividades, são também de entrada gratuita no Museu: domingos, 1 e 8 de Maio.

Durante a semana destacam-se “As Relações Humanas”, ciclo de filmes japoneses da actualidade, inéditos em Portugal [2 a 5 Maio], e o concerto “Sinfonia de Dialetos com Música Oriental” [6 Maio].

 

As celebrações do 8º aniversário do Museu do Oriente inspiram-se na crença chinesa em torno do oito, considerado um número de sorte, prosperidade e sucesso. Com este programa comemorativo, o Museu partilha os bons auspícios da data com os visitantes, que poderão participar no “Mural dos Desejos”, uma instalação feita de pequenas placas decoradas, onde cada pessoa poderá formular o seu desejo.

 

No dia 8 de Maio, os visitantes dispõem ainda de um serviço especial gratuito de Tuk Tuk de e para o Museu. O percurso faz-se entre a Praça do Comércio e Belém, com paragem no Museu em ambos os sentidos. O veículo, da 2 bee tours, pode ser identificado pela decoração exterior.

 

Actividades: as actividades constantes neste programa são de participação gratuita, mediante inscrição no próprio dia e limitadas aos respectivos números máximos.

Conferências e espectáculos: entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia e limitada à capacidade das respectivas salas.

 

 

  • 1 de Maio

 

 

Como vestir um sari indiano

10.00-14.00

M/ 10 anos

Máx. 20 participantes por dia

O sari é uma peça de vestuário feminino com origem na Índia, sendo o traje típico do país. É formada por uma peça de tecido com cerca de 5,5 metros de comprimento, que se enrola à volta do corpo. Uma das pontas forma a saia e a outra atravessa o tronco, numa diagonal que vai da cintura ao ombro, podendo ainda cobrir a cabeça.

 

Contos, cantos e outros tantos: narração de contos tradicionais por Ana Sofia Paiva

11.00

Duração: 60’, sem intervalo

M/6

Os “contadores de histórias” são repositórios vivos e perpetuadores de saberes, práticas e rituais de diferentes povos, um pouco por todo o mundo. Na senda da tradição de transmissão oral, vamos ouvir narrativas populares portuguesas, bem como contos, lendas e cantigas de outras paragens. Contadas, cantadas e dramatizadas, estas histórias ganham vida diante dos nossos olhos, numa sessão onde o poder da palavra cria uma “ponte de sentidos para atravessarmos juntos”.

 

Experiência Hanbok – traje tradicional da Coreia

14.00-18.00

M/5 anos

Máx. 20 participantes por dia

O traje típico da Coreia, o Hanbok, caracteriza-se por cores vibrantes e linhas simples. Outrora usado no dia-a-dia, actualmente o seu uso reserva-se para os dias de festas tradicionais ou ocasiões especiais como o casamento. Com a ajuda de um cenário, os participantes poderão “tirar um retrato na Coreia” e ficar com uma recordação da sua viagem pela cultura do país. Há hanboks para homem, senhora e criança.

 

Vestuário tradicional chinês

14.00-18.00

M/ 10 anos

Máx. 20 participantes por dia

Alguma vez imaginou como seria a vida nos tempos da China Imperial? Tem curiosidade em saber como as pessoas desse tempo se vestiam? Então, viaje connosco até às épocas de ouro do “País do Meio”! Vamos dar-lhe a conhecer e a experimentar o vestuário tradicional das dinastias Han e Tang, e da ópera chinesa. Aproveite ainda para tirar um retrato da sua viagem pela China dos Grandes Imperadores!

Em parceira com Portal Martim Moniz e a Pensamento Oriental, Lda.

 

Caligrafia Chinesa

14.00-18.00

Máx. 20 participantes por dia

A caligrafia é uma arte milenar reverenciada em todo o Oriente. Ao longo da tarde poderá observar um mestre a desenhar os elegantes caracteres da caligrafia chinesa e aprender a escrever o seu nome em chinês.

Em parceira com Portal Martim Moniz

 

Experiência de massagem tailandesa

14.00-18.00

Duração: 15’

M/16 anos

Máx. 20 participantes/dia

Em parceira com Sukkee Spa

 

Visita comentada

Kwok On: uma colecção viva

15.00

Duração: 60’

M/16 anos

Máx. 25 participantes

Visita à exposição “Sombras da Ásia” e reservas da colecção Kwok On pela curadora Sofia Campos Lopes.

 

Cerimónia do chá zen

15.00 e 16.30

Duração: 60’

M/16

Máx. 88 participantes/sessão

A cerimónia do chá é um dos aspectos culturais mais importantes da China. Trata-se de um ritual de carácter zen (ou seja, de influência budista), que se baseia em princípios como a promoção da paz interior e a harmonia com a natureza.

Sentados em torno de várias mesas, cada qual presidida por um mestre, os participantes vão poder observar, passo a passo, gesto a gesto, este ritual milenar, que se desenrola em silêncio. Composta por várias fases organizadas numa sequência formal, a cerimónia integra momentos de dança e música tradicional de guzheng tocado ao vivo. Nesta ocasião, um monge budista chinês vai acompanhar e explicar o desenrolar da cerimónia. A experiência culmina com uma deliciosa chávena de chá para todos os participantes.

Organização: Associação Internacional Buddha’s Light de Lisboa (BLIA)

 

Concerto

Nielsen, Schonberg  – Solistas da Metropolitana

16.00

Duração: 75’, sem intervalo

Flauta, oboé, clarinete, trompa e fagote protagonizam este programa de quintetos de C. Nielsen e A. Schönberg.

 

Conferência

Museu do Oriente: visão, colecção e construção

17.30

Duração: 60’

Oradores: Carlos Monjardino, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Oriente; João Amorim, vogal do Conselho de Administração da Fundação Oriente; Joana Fonseca, curadora da colecção Presença Portuguesa na Ásia, Museu do Oriente; Sofia Campos Lopes, curadora da colecção Kwok On, Museu do Oriente.

 

 

  • 2 de Maio

 

 

Filme

“The Letters”, de Jiro Shono [2006]

– Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”

18.30

Duração 121’ | Legendado em inglês

 

http://jfdb.jp/en/title/493

http://www.imdb.com/title/tt0882809/?ref_=nm_knf_i1

 

 

  • 3 de Maio

 

 

Filme

“All Around Us”, de Ryosuke Hashiguchi [2008]

– Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”

18.30

Duração 140’ | Legendado em inglês

 

http://jfdb.jp/en/title/1356

http://www.imdb.com/title/tt1245489/

 

 

  • 4 de Maio

 

 

Filme

“Sketches of Kaitan City”, de Kazuyoshi Kumakiri [2010]

– Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”

18.30

Duração 152’ | Legendado em inglês

 

http://jfdb.jp/en/title/2254

http://www.imdb.com/title/tt1703068/?ref_=fn_al_tt_1

 

 

  • 5 de Maio

 

 

Filme

Pecoross’ Mother and Her Days, de Azuma Morisaki [2013]

– Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”

18.30

Duração 113’ | Legendado em inglês

 

http://jfdb.jp/en/title/3974

http://www.imdb.com/title/tt2210842/combined

 

Filme

Being Good, de Mipo O [2015]

– Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”

21.00

Duração 121’ | Legendado em inglês

 

http://jfdb.jp/en/title/5692

http://www.imdb.com/title/tt3818826/?ref_=fn_al_tt_1

 

Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas” em colaboração com a Embaixada do Japão e a Japan Foundation.

 

Exposição

Riverine | Desenhos de Sajid Bin Doza

Inauguração | 18.30

Exposição patente até 29 de Maio.

Co-organização: Embaixada do Bangladesh

A exposição Riverine – Desenhos de Sajid Bin Doza reflecte as impressões e experiências deste artista e arquitecto, junto a três rios: o Tejo, o Padma e o Brahmaputra. Ao Tejo, que em Lisboa se ligava a algumas das rotas de navegação mais emblemáticas da história da Europa, juntam-se Padma e Brahmaputra, rios da terra natal do artista, símbolos da riqueza de um dos maiores deltas do mundo, no Bangladesh, do qual flui a riqueza da região, incluindo um comércio que durante milénios serviu toda a Ásia. Moldando a topografia, sustentando ou extinguindo modos de vida, os três rios partilham este papel determinante e configurador nos territórios onde se inserem, bem como na História dos seus respectivos continentes.

Através de 25 desenhos e aguarelas, a exposição aborda temas relacionados com a cultura ribeirinha, incluindo a arte e a arquitectura. Para além disso, Riverine pretende ainda assinalar o longo relacionamento histórico entre Bangladesh e Portugal, ligado ao comércio marítimo, oferecendo um pequeno vislumbre do intercâmbio cultural daí resultante.

 

 

  • 6 de Maio

 

 

Conferência

Portuguese influences in the delta land of Bangladesh

18.00

Duração: 90’

Conferência em inglês, sem tradução

Conferência pelo arquitecto Sajid Bin Doza e pelo Embaixador do Bangladesh, Imtiaz Ahmed.

 

Concerto

Sinfonia de Dialetos com Música Oriental

Coro da Universidade de Lisboa

20.00

Duração: 60’, sem intervalo

Direcção Artística: Maestro Eduardo Martins

Sinfonia de Dialetos traz ao público uma rica experiência sonora, através de músicas e textos em dialetos e idiomas exóticos face ao nosso prisma idiomático ocidental, mas também visual, pelo recurso a motivos cénicos. O CUL (Coro da Universidade de Lisboa) apresenta-se numa formação a cappella que, com cerca de 50 vozes e alguns instrumentos percussivos étnicos, far-nos-á embarcar numa viagem rumo ao Oriente, passando pelos vários continentes e bebendo de diferentes culturas. Desde a floresta amazónica ao continente africano, faremos uma passagem pelo Médio Oriente, Índia e Japão. O espaço “dito” lusófono ver-se-á representado numa morna de Cabo-Verde, num canto Nativos do Brasil e na invocação a Shiva, no país em que Vasco da Gama aportou as suas naus, a Índia.

 

Programa:

Canção Lúdica, Eurico Carrapatoso (1962-)

3 cantos nativos dos índios Kraó,  Arr: Marcos Leite

Mangwali M’pulele, Tema tradicional da África do Sul

Força di Cretcheu,  Morna de Cabo-Verde

Djambó, Tema tradicional do Quénia

Shalom Aleichem, Melodia Israelita (Arr. Gil Ademá)

Dodili, Melodia Israelita

Uskudara, Melodia Turca

Namah Shivaya, Mantra Hindu

Furusato e Koyo-no-tsuki, Melodias tradicionais do Japão

Takeda no Komoriuta

Adiemus, Karl Jenkins (1944-)

 

 

  • 8 de Maio

 

 

Ensaio aberto de Gamelão com o grupo Yogistragong

10.00

Duração: 180’

O gamelão é uma verdadeira orquestra composta por instrumentos de percussão, como metalofones, xilofones, gongos, tambores, entre outros. O som produzido resulta da coordenação dos vários executantes, numa surpreendente harmonia  e coordenação de esforços.

Vamos assistir aos ensaios de Yogistragong, grupo lisboeta de gamelão, fundado por Elizabeth Davis. Timpanista e chefe de naipe de percussão da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Elizabeth Davis é ainda responsável pela Escola de Gamelão de Java do Museu do Oriente, iniciativa anual que vai já na oitava edição.

Para ouvir, músicas tradicionais indonésias e peças contemporâneas de estilos que podem incluir o jazz e a música de fusão. Graças ao seu amplo espectro sonoro e potencial expressivo, nas últimas décadas têm sido compostos novas peças bem como arranjos de temas existentes especificamente para gamelão. É nesse universo sonoro que vamos mergulhar neste ensaio aberto.

 

Visita-jogo para famílias

Feitos num 8!

10.00 e 15.00

Duração: 90’

Público-alvo: a partir dos 6 anos (acompanhados por um adulto)

Máx. 25 participantes por sessão

1,2,3,4,5,6,7… 8! Vamos procurar o número 8 pelo Museu! No Oriente, este número é muito valorizado e por isso o encontramos associado às histórias de alguns dos objectos das colecções expostas. Diz-se que simboliza o equilíbrio do mundo e que quando deitado representa o infinito…Nesta visita, vamos descobrir sob que formas este número se esconderá!  

 

Visitas orientadas

8 Peças | 8 Histórias

10.00 às 16.30, vários horários

M/ 6 anos

Máx.25 participantes por visita/peça

Ao longo de oito anos, a colecção do Museu do Oriente foi mote para inúmeras viagens ao passado, ao presente, entre Ásia e Ocidente. Seleccionámos 8 peças para comemorar cada um dos anos de existência do Museu.

 

10.10 – 10.30

O deus Vishnu deitado numa cama formada por Naga

Índia, Karnataka (séc. XVIII)

 

10.50 – 11.10

Menino Jesus Bom Pastor

Goa, século XVII

 

11.30 -11.50

Garrafa

China, dinastia Ming, período de Wanli (1573-1619), c. 1590-1620 ou posterior

 

12.10 -12.30

Facas de cordão umbilical

Timor-Leste (Ainaro), c. 1900

 

14.30 -14.50

Ganesh

Andra Pradesh, século XX

 

15.10 -15.30

Biombo

Assinado Tsuda Dou-sen (1804-1856),

Província Akita, Japão, 1ª metade do século XIX, período Tenpo (1830-1844)

 

15.50 -16.10

Frasco de rapé

China, 1821-1850

 

16.30 -16.50

Armadura do Tipo Hon Yiozane Nuinobe Do

Japão, período Edo (1615-1868)

 

Como vestir um sari indiano

10.00-14.00

M/ 10 anos

Máx. 20 participantes por dia

O sari é uma peça de vestuário feminino com origem na Índia, sendo o traje típico do país. É formada por uma peça de tecido com cerca de 5,5 metros de comprimento, que se enrola à volta do corpo. Uma das pontas forma a saia e a outra atravessa o tronco, numa diagonal que vai da cintura ao ombro, podendo ainda cobrir a cabeça.

 

Demonstração e Workshop

Iaido – Arte Marcial Japonesa

11.00 e 17.00

Com mestre Joaquim Mendes

Demonstração: 15’

Workshop: 45’

M/ 16 anos

Máx. 15 participantes por demonstração

Os interessados em participar no workshop deverão trazer roupa confortável, que permita liberdade de movimentos.

 

Conferência por Camilo Martins de Oliveira

Japão – itinerário de muitos olhares

11.00

Duração: 60’

Esta conferência vai abordar os diferentes matizes que formam a complexa realidade cultural e social que é o Japão. Desde as origens à história política das religiões passando pela herança chinesa, serão ainda aflorados temas como o século cristão e o encontro com o ocidente, a arte e a literatura.

 

Breve história e demonstração de sitar

por Paulo Sousa

12.00 e 17.30

Duração: 30’

O sitar é o mais popular instrumento indiano, não só na Índia, como no mundo ocidental. O sitar tornou-se um ícone da cultura indiana, sendo o principal instrumento representante da música clássica do norte daquele país. Nomes como Ravi Shankar ou Vilayat Khan contribuíram para a sua popularidade em todo o mundo, especialmente nas décadas de 60 e 70, aquando da confluência da expansão da cultura pop musical ocidental com a descoberta da espiritualidade da Índia.

Paulo Sousa, etnomusicólogo, é um dos músicos portugueses que mais tem divulgado o sitar e a música hindustânica em Portugal, através dos muitos concertos a solo e colaborações que realizou na última década, bem como conferências e palestras.

 

Experiência Hanbok – traje tradicional da Coreia

14.00-18.00

M/5 anos

Máx. 20 participantes por dia

O traje típico da Coreia, o Hanbok, caracteriza-se por cores vibrantes e linhas simples. Outrora usado no dia-a-dia, actualmente o seu uso reserva-se para os dias de festas tradicionais ou ocasiões especiais como o casamento. Com a ajuda de um cenário, os participantes poderão “tirar um retrato na Coreia” e ficar com uma recordação da sua viagem pela cultura do país. Há hanboks para homem, senhora e criança.

 

Vestuário tradicional chinês

14.00-18.00

M/ 10 anos

Máx. 20 participantes por dia

Alguma vez imaginou como seria a vida nos tempos da China Imperial? Tem curiosidade em saber como as pessoas desse tempo se vestiam? Então, viaje connosco até às épocas de ouro do “País do Meio”! Vamos dar-lhe a conhecer e a experimentar o vestuário tradicional das dinastias Han e Tang, e da ópera chinesa. Aproveite ainda para tirar um retrato da sua viagem pela China dos Grandes Imperadores!

Em parceira com Portal Martim Moniz e a Pensamento Oriental, Lda.

 

Caligrafia Chinesa

14.00-18.00

Máx. 20 participantes por dia

A caligrafia é uma arte milenar reverenciada em todo o Oriente. Ao longo da tarde poderá observar um mestre a desenhar os elegantes caracteres da caligrafia chinesa e aprender a escrever o seu nome em chinês.

Em parceira com Portal Martim Moniz

 

Visita-oficina para famílias

O leão guardião!

15.00

Duração: 90’

Público-alvo: a partir dos 4 anos (acompanhados por um adulto)

Máx. 25 participantes

Sou leão, o rei da selva, imponente e majestoso, solto fortes rugidos para o meu grupo defender. Na China, houve quem pensasse que, à porta de templos e palácios, protecção poderia trazer. E, no início do ano, é a dança do leão que, em cada rodopio, de alegria e felicidade todos deve encher. Em dia de comemoração como este, não poderia de deixar de aparecer!

 

Conferência-demonstração de Taiji

com mestre Hu Xilong (China)

15.00

Duração: 75’, sem intervalo

O taichi é uma prática ancestral chinesa que visa a união entre o ser humano e o universo. Ao cabo de milénios de evolução e prática, tornou-se um conceito global de bem-estar e saúde. Criado pelo mestre Hu Xilong, o Mother Nature Taiji, que será apresentado nesta conferência, engloba a essência da cultura chinesa e elementos da sua medicina tradicional. Centrado numa promoção compreensiva da saúde, o Taiji permite aos praticantes atingir o seu potencial de auto-regeneração.

Workshop de Gamelão de Java

com Elizabeth Davis

15.30 e 16.30

M/7 anos

Máx. 15 participantes por sessão

Uma oportunidade para experimentar os instrumentos de percussão que formam o gamelão de Java, entre gongos, tambores, metalofones e xilofones. De entra os vários exemplos existentes nos países orientais, o Gamelão da Ilha de Java é o maior e mais rico em termos de diversidade de sons e variedade de repertório. A sua escala pentatónica influenciou vários compositores ocidentais, como por exemplo Debussy, Ravel, Messiaen e Steve Reich.

Para além da beleza do som, o gamelão tem um grande potencial pedagógico, pois promove o espírito de grupo, a cooperação e a integração. Em termos individuais, promove a auto-confiança e a concentração, podendo ser experimentado sem limites de idade ou conhecimento prévio de música.

 

Visita-oficina para famílias

Nas asas de mil tsurus

17.00

Duração: 60’

Público-alvo: a partir dos 8 anos (acompanhados por um adulto)

Máx. 25 participantes

As asas de mil tsurus o teu sonho podem trazer. Basta que, para tal, em origami os queiras tentar fazer. Pássaro de longa vida, que poderes sobrenaturais se julgava ter. Teria então razão para nunca envelhecer?