DEIXEM O PIMBA EM PAZ | FESTAS DE LISBOA’16

10 DE JUNHO, TERREIRO DO PAÇO, 22H

Finalmente entramos em contagem decrescente para as Festas de Lisboa’16! Marquem já na agenda: no dia 10 de junho, o Pimba reinventa-se com a ajuda da Orquestra Metropolitana, num espetáculo junto ao rio onde tudo, mas mesmo tudo pode acontecer. Até história.

Este ano, o inverno parecia não ter fim, mas é desta que a melhor altura do ano veio para ficar!

Não temos dúvidas de que Lisboa é o melhor sítio para se estar em junho, onde se passa tudo.

E para que comece também a contar os dias (para as Festas, pois claro), damos-lhe uma novidade: no dia 10 de junho, a EGEAC convida a desconstruir a portugalidade com muito humor – comemoramos o dia de Portugal com o espetáculo Deixem o Pimba em Paz e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, numa transformação desse património nacional – a música pimba – em canções que ninguém terá vergonha de cantar!

Mas atenção, isto não é o que parece. Não deixaremos o Pimba em Paz. Neste concerto de entrada livre algumas das canções mais populares e acarinhadas pelo público serão reinventadas por conceituados músicos de jazz e da música clássica.

Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, acompanhados pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, mostram-nos o pimba como nunca foi visto antes, com a cumplicidade de grandes nomes da música portuguesa – Jorge Palma, Sara Tavares e Marante.

É um prazer proibido em versão pós-moderna, um contagiante desvario musical de que ninguém sai ileso.

Nas palavras do próprio Bruno Nogueira:

«Vamos atuar no dia de Portugal, o que já é dizer muito sobre o estado do país. Teremos vários convidados, o que já é dizer muito sobre o estado de desespero dos mesmos. E estará, como sempre, a Manuela Azevedo ao meu lado. O que já é dizer muito sobre o estado da música em geral. Desde 2013 que andamos a percorrer o país com este espetáculo, mas nunca antes tivemos um enquadramento tão bonito para o fazer.

Será também no dia do jogo de abertura do Euro 2016. O jogo será projetado antes do nosso espetáculo, pelo que também é possível que levemos com uma caneca na cara e o concerto dure dois minutos.

Mas se isso não acontecer, vai ser um belo serão. E nem estou a incluir aqui o momento em que um contrabaixista vai falecer em palco depois de ser atropelado por um chaimite.

Posso garantir muito poucas coisas, mas uma delas é que nos vai saber bem cada minuto que estivermos em palco com a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Se isso vos acontecer também, temos tudo o que precisamos para uma noite feliz. O resto será história, ou mais que isso.»

Bruno Nogueira

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